The Cure - In Between Days
Góticos, nós?
Eles foram associados, bastas vezes, à música de vanguarda dos anos 80 (quase sempre uma desculpa para dizer «gótico», apesar dos Cure serem uma outra coisa) mas também fizeram milagres que ficaram para a história da pop da década.
«In Between Days», o tema de abertura de The Head At The Door (1985), representa os Cure na sua encarnação mais pop, com guitarras gingonas e um Robert Smith assaz sorridente - o que, de resto, se percebe pelo teledisco.
A nossa versão masculina de Siouxsie Sioux preferida já era, à data, dono de um cabelo respeitavelmente desgrenhado, tendência seguida de perto pelos seus comparsas, sendo difícil dizer onde acaba a estrutura capilar e começa o ninho de corvos - nos Cure, eram uma e a mesma coisa. Eram assim os anos 80 do «som da frente».
Góticos, nós?
Eles foram associados, bastas vezes, à música de vanguarda dos anos 80 (quase sempre uma desculpa para dizer «gótico», apesar dos Cure serem uma outra coisa) mas também fizeram milagres que ficaram para a história da pop da década.
«In Between Days», o tema de abertura de The Head At The Door (1985), representa os Cure na sua encarnação mais pop, com guitarras gingonas e um Robert Smith assaz sorridente - o que, de resto, se percebe pelo teledisco.
A nossa versão masculina de Siouxsie Sioux preferida já era, à data, dono de um cabelo respeitavelmente desgrenhado, tendência seguida de perto pelos seus comparsas, sendo difícil dizer onde acaba a estrutura capilar e começa o ninho de corvos - nos Cure, eram uma e a mesma coisa. Eram assim os anos 80 do «som da frente».
